Escritores no rádio 
A Rádio Unesp (Universidade Estadual Paulista) possui um programa chamado Perfil Literário. Nele são realizadas entrevistas com escritores brasileiros. E o mais legal é que da pra ouvir tudo pela internet. Ainda bem, já que eu não sei nem qual é a frequência da Rádio. Já passou um montão de gente boa por lá. clicaqui
Alexandre landim
Escrito por equipe marmitex às 12h01
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Limite 
"Vale a pena sublinhar que os doentes mentais, quando munidos de algum estudo, têm quase sempre a tendência irresistível de expressar-se por escrito, tentando disciplinar suas divagações no molde de um tratado filosófico ou de uma composição literária." [Juan José Saer, 'As nuvens']
Alexandre landim
Escrito por equipe marmitex às 19h13
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Amor e Ódio 
Possuo uma relação de amor e ódio com a literatura. Quando paro de escrever e ler, me sinto incompleto, um ser mutilado. Mas quando passo a ler e escrever tenho grande parte do meu tempo absorvido. O tempo é curto. Ainda mais quando se estuda Ciências Sociais e se é obrigado a ler duzentas páginas em um fim de semana. Adoro Sociologia, mas por que tanta leitura?. Clarah Averbuck e Fernanda Young largaram vários cursos de graduação ao longo da vida. Eu larguei somente um. O curso de Letras da USP. Isso mesmo. Na FFLCH USP. Que coisa, né? A histórinha é a seguinte: Prestei Letras na Fuvest e nos demais vestibulares Ciências Sociais. Passei em tudo. E fiquei em São Paulo. Mas no primeiro dia de aula vi que tinha feito merda. Um escritor estudar academicamente literatura é a mesma coisa que querer ser ginasta olimpico cursando Física. O bom mesmo seria viver da escrita. O bom mesmo seria viver no mundo dos autores que publicam e são chamados para colaborarem em revistas e jornais. O bom mesmo seria poder ser feliz. Enquanto isso vou sendo um escriotor/leitor de final de semana. A conta do telefone já chegou.
Alexandre landim
Escrito por equipe marmitex às 19h11
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INDECISÃO Dentre as poucas coisas que consegui decidir está a iniciativa de aumentar a fonte desse blog. Algumas pessoas haviam reclamado da letra pequena, mas nunca liguei. Quem quisesse que lesse as letras miúdas mesmo. Mudei de idéia. Talvez eu esteja ficando mais miope. O restante das coisas que eu tinha que decidir não decidi.
alexandre landim
Escrito por equipe marmitex às 16h30
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Estrela

Gilberto GilComposição: Indisponível Há de surgir Uma estrela no céu Cada vez que ocê sorrir Há de apagar Uma estrela no céu Cada vez que ocê chorar
O contrário também Bem que pode acontecer De uma estrela brilhar Quando a lágrima cair Ou então De uma estrela cadente se jogar Só pra ver A flor do seu sorriso se abrir
Hum! Deus fará Absurdos Contanto que a vida Seja assim Sim Um altar Onde a gente celebre Tudo o que Ele consentir
alexandre landim
Escrito por equipe marmitex às 20h21
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Desde a última vez
Faz tempo que não escrevo aqui. Pensei até em fechar esse blog e criar um outro. Mas enquanto não crio outro remoto as atividades nesse mesmo.
Vou fazer um breve balanço das coisas que acontecerem desde a última publicação. Uma balanço das coisas mais interessantes, é claro. Bom... acho que num tenho muitas coisas interessantes pra contar. Vou falar então do lançamento do livro Cordilheira. (Confesso. Sou fã do DG). Fui à Mercearia S. Pedro companhado da agradabilíssima Regiane Texeira. Uma garota também, assim como eu, aficcionada por literatura. O ambiente estava ótimo. Cheio de gente. Lotado. Foi aberto até um anexo ao lado da Mercearia, parecia uma garagem que fora improvisada com algumas mesas.
Cheguei lá por volta das 21h. Ficamos sentados do lado de fora, na calçada. E de vez enquando eu dava uma olhadela pra dentro. Era possível ver o Ignácio de Loyola Brandão e o João Paulo Cuenca. Além do Joca Terron e da lindíssima Tainá Muller.
Depois de umas cinco garrafas de cerveja e um pastel de carne seca eu e a Regiane fomos pedir pro Galera fazer um rabisco em nossos livros. Dá um pouco de vergonha em ser tiéte, mas a ocasião era pra isso mesmo. Autografar.
Entrei na Mercearia e fui recebido pelo recifense Marcelino Freire, que se lembrou de mim. Fazia cerca de uma ano que participei de uma oficina literária com ele na Casa das Rosas. Massa o cara ter me reconhecido.
O Daniel prontamente nos atendeu e foi muito gentil. Trocamos dois dedos de conversa sobre aqueles assuntos que desconhecidos perguntam pra famosos, por ex. Qual o novo projeto, e por ai vai.
Sai de lá muito feliz com a dedicatória: A vida é uma ficção. E a Regiane saiu com o rabisco: Uma história de amor sem amor.
O mais legal é perceber que elas fazem sentido com o enredo do livro.
Por enquanto é isso. Mais tarde eu volto.
Escrito por equipe marmitex às 16h01
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Lançamento

O escritor Daniel Galera, autor dos livros Mãos de Cavalo (2006), Até o Dia em que o Cão Morreu (2002), e Dentes Guardados (2001) lança hoje seu quarto romance, Cordilheira, pelo selo da Cia. das Letras. Daniel Galera tem uma trajetória marcada pela ida do mundo virtual às livrarias. Estreou na internet como Editor do site Proa da Palavra, e depois foi colunista do mais famoso do Emailzine do Brasil, o CardosOnline (que acaba de completar 10 anos). Daí pra frente foi um sucesso atrás do outro. Teve contos adaptados para curtas-metragens e seu segundo livro, Até o Dia em que o cão morreu, virou o filme Cão sem Dono, de direção de Beto Brant e Renato Ciasca, premiado como melhor longa-metragem no Festival de Recife. O livro Cordilheira faz parte do projeto Amores Expressos. Com o apoio de RT/features, da Academia de Cinema e da Cia. das Letras, a idéia do projeto é propor a dezesseis autores brasileiros, de diferentes gerações, que escrevam histórias de amor, cada um isolado em uma cidade ao redor do mundo, servindo de cenário e inspiração para suas narrativas. Daniel Galera passou um mês na Argentina recolhendo sensações e imagens para a criação de sua narrativa. Em sua comunidade no Orkut, Galera sugere o tema do livro: gravidez, cordilheiras e a idealização da literatura. Agora é só esperar para conferir.
alexandre landim
Escrito por equipe marmitex às 12h44
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A história ainda não acabou pra vc saber o final.
http://br.youtube.com/watch?v=b5O6zFMNp3g
alexandre landim
Escrito por equipe marmitex às 22h51
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Novidades
Não terminei de ler aquele livro do Kunkel. Não estudei pra prova sobre Weber. Não comprei meu antidepressivo, nem voltei ao dentista. Não disse pra ela que ele é um Putão sujo. Não parei de perder tempo com pessoas que não valem a pena. Não comentei nada sobre a falta de decoro. Não paguei a fatura do cartão de crédito. Não disse que queria ficar com ela. Não sei porque o carro quebrou. Não bebi o suficiente pra perder o juizo. Não larguei a faculdade e fui fazer literatura. Não troquei as músicas do meu MP4 Não mandei o email respondendo a cantada barata. Não aparei meu calvanhaque. Não mandei o meu emprego e as pessoas dele se fuderem. Não mostrei o conto em que a matei. Não voltei a nadar. Não parei de fumar. Não voltei a almoçar. Não voltei a dormir direito. Não parei de ter pesadelos. Não vou continuar esse post.
alexandre landim
Escrito por equipe marmitex às 11h49
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Escuta, vai. É só um HaiKai.
alexandre landim
Escrito por equipe marmitex às 22h03
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Dialética

Sou mineiro: faço e não falo
Sou hipócrita: falo e não faço.
alexandre landim
Escrito por equipe marmitex às 09h12
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I WANNA BE SEDATED

alexandre landim
Escrito por equipe marmitex às 19h37
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99%

Falam demais por não ter nada a dizer.
alexandre landim
Escrito por equipe marmitex às 21h15
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Foi mais ou menos assim

Aqueles remédios além de me causarem uma sensação de segurança e confiança, faziam com que eu ficasse meio de brisa. Era como se eu tivesse tomado um trago de cachaça ou dado um pega num cigarro de maconha. Entrei no ônibus e vi aquele rosto conhecido escondido por detrás de um enorme óculos escuro. Em outra época isso me causaria um pânico horrível. Provavelmente eu desceria do ônibus ou me sentaria em outro banco fazendo o máximo de esforço pra não ser notado e muito menos reconhecido. Mas medicado minha atitude era outra. Eu não mais procurava me esconder. Não sentia mais vergonha em existir. Medicado, pra mim, viver era natural.
alexandre landim
Escrito por equipe marmitex às 17h56
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Outros rostos, outras vozes

É claro que somos as mesmas pessoas Mas pare e perceba como o seu dia-a-dia mudou Mudaram os horários, hábitos, lugares Inclusive as pessoas ao redor
São outros rostos, outras vozes Interagindo e modificando você E aí surgem novos valores, Vindos de outras vontades,
Alguns caindo por terra, Pra outros poderem crescer A terra girando não se pode parar
Outras situações Em outras circunstâncias, Entre uma e outra as vezes Se vêem os mesmos defeitos, Todas aquelas marcas Do jeito de cada um
Alguns ainda caem por terra, Pra outros poderem crescer A terra girando não se pode parar
Outro ciclo em diferentes fases Vivendo de outra forma, Com outros interesses, Outras ambições mais fortes, Somadas com as anteriores Mudança de prioridades, Mudança de direção
alexandre landim
Escrito por equipe marmitex às 10h42
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