blog Marmitex
 


Lançamento

O escritor Daniel Galera, autor dos festejados livros Mãos de Cavalo (2006), Até o Dia em que o Cão Morreu (2002), e Dentes Guardados (2001) lança hoje seu quarto romance, Cordilheira, pelo selo da Cia. das Letras.
Daniel Galera tem uma trajetória marcada pela ida do mundo virtual às livrarias. Estreou na internet como Editor do site Proa da Palavra, e depois foi colunista do mais famoso do Emailzine do Brasil, o CardosOnline (que acaba de completar 10 anos). Daí pra frente foi um sucesso atrás do outro. Teve contos adaptados para curtas-metragens e seu segundo livro, Até o Dia em que o cão morreu, virou o filme Cão sem Dono, de direção de Beto Brant e Renato Ciasca, premiado como melhor longa-metragem no Festival de Recife.
 
O livro Cordilheira faz parte do projeto Amores Expressos. Com o apoio de RT/features, da Academia de Cinema e da Cia. das Letras, a idéia do o projeto é propor a dezesseis autores brasileiros, de diferentes gerações, que escrevam histórias de amor, cada um isolado em uma cidade ao redor do mundo, servindo de cenário e inspiração para suas narrativas. Daniel Galera passou um mês na Argentina recolhendo sensações e  imagens para a criação de sua narrativa.
 
Em sua comunidade no Orkut, Galera sugere o tema do livro: gravidez, cordilheiras e a idealização da literatura.
Agora é só esperar para conferir.


alexandre landim 



 Escrito por equipe marmitex às 12h44
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A história ainda não acabou pra vc saber o final.

http://br.youtube.com/watch?v=b5O6zFMNp3g


alexandre landim 

 Escrito por equipe marmitex às 22h51
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Novidades

Não terminei de ler aquele livro do Kunkel.
Não estudei pra prova sobre Weber.
Não comprei meu antidepressivo, nem voltei ao dentista.
Não disse pra ela que ele é um Putão sujo.
Não parei de perder tempo com pessoas que não valem a pena.
Não comentei nada sobre a falta de decoro.
Não paguei a fatura do cartão de crédito.
Não disse que queria ficar com ela.
Não sei porque o carro quebrou.
Não bebi o suficiente pra perder o juizo.
Não larguei a faculdade e fui fazer literatura.
Não troquei as músicas do meu MP4
Não mandei o email respondendo a cantada barata.
Não aparei meu calvanhaque.
Não mandei o meu emprego e as pessoas dele se fuderem.
Não mostrei o conto em que a matei.
Não voltei a nadar.
Não parei de fumar.
Não voltei a almoçar.
Não voltei a dormir direito.
Não parei de ter pesadelos.
Não vou continuar esse post.


alexandre landim 



 Escrito por equipe marmitex às 11h49
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Escuta, vai.
É só um HaiKai.

 


alexandre landim 

 Escrito por equipe marmitex às 22h03
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Dialética

Sou mineiro: faço e não falo

Sou hipócrita: falo e não faço.


alexandre landim 



 Escrito por equipe marmitex às 09h12
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I WANNA BE SEDATED


alexandre landim 


 Escrito por equipe marmitex às 19h37
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99%

Falam demais por não ter nada a dizer.


alexandre landim 

 Escrito por equipe marmitex às 21h15
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Foi mais ou menos assim

 

 

 

Aqueles remédios além de me causarem uma sensação de segurança e confiança, faziam com que eu ficasse meio de brisa. Era como se eu tivesse tomado um trago de cachaça ou dado um pega num cigarro de maconha. Entrei no ônibus e vi aquele rosto conhecido escondido por detrás de um enorme óculos escuro. Em outra época isso me causaria um pânico horrível. Provavelmente eu desceria do ônibus ou me sentaria em outro banco fazendo o máximo de esforço pra não ser notado e muito menos reconhecido. Mas medicado minha atitude era outra. Eu não mais procurava me esconder. Não sentia mais vergonha em existir. Medicado, pra mim, viver era natural.


alexandre landim 



 Escrito por equipe marmitex às 17h56
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Outros rostos, outras vozes

É claro que somos as mesmas pessoas
Mas pare e perceba como o seu dia-a-dia mudou
Mudaram os horários, hábitos, lugares
Inclusive as pessoas ao redor

São outros rostos, outras vozes
Interagindo e modificando você
E aí surgem novos valores,
Vindos de outras vontades,

Alguns caindo por terra,
Pra outros poderem crescer
A terra girando não se pode parar

Outras situações
Em outras circunstâncias,
Entre uma e outra as vezes
Se vêem os mesmos defeitos,
Todas aquelas marcas
Do jeito de cada um

Alguns ainda caem por terra,
Pra outros poderem crescer
A terra girando não se pode parar

Outro ciclo em diferentes fases
Vivendo de outra forma,
Com outros interesses,
Outras ambições mais fortes,
Somadas com as anteriores
Mudança de prioridades,
Mudança de direção


alexandre landim 



 Escrito por equipe marmitex às 10h42
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Quando um ciclo termina, outro começa.


alexandre landim 


 Escrito por equipe marmitex às 20h37
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pra Florzinha

Estrela
*Gilberto Gil

Há de surgir
Uma estrela no céu
Cada vez que ocê sorrir
Há de apagar
Uma estrela no céu
Cada vez que ocê chorar

O contrário também
Bem que pode acontecer
De uma estrela brilhar
Quando a lágrima cair
Ou então
De uma estrela cadente se jogar
Só pra ver
A flor do seu sorriso se abrir

Hum!
Deus fará
Absurdos
Contanto que a vida
Seja assim
Sim
Um altar
Onde a gente celebre
Tudo o que Ele consentir


alexandre landim 


 Escrito por equipe marmitex às 00h21
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Literatura:

O único jeito de dizer o indizível.


alexandre landim

 Escrito por equipe marmitex às 11h07
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As consequências

Eu fui lá. Onde poucos tiveram a coragem de ir. Fui ao fundo do poço. Bebi a água fétida dos fracos e dos perdedores. Mas voltei. Voltei mais confiante e seguro. Agora não é qualquer coisa que é capaz de me derrubar. Ir ao fundo do poço tem suas vantagens. Ir lá te deixa mais resistente.


alexandre landim

 Escrito por equipe marmitex às 12h00
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24 h

06:00 - Acordo. Cadê minha camisa, porra?
08:00 - E esse ônibus que não chega.
12:00 - Acho q não vai dar tempo de ler sobre mercados monopolísticos
14:00 - Que provinha de merda
20:00 - Vamos pra balada?
22:30 - Que balada ruim, nem mulher tem.
11:30 - Arcordar almoçando.
16:10 - Ptz. Me atrasarei.
16:30 - Ela se atrasou.
17:00 - Café, conversa e risada.
19:00 - Livros, livros e risada.
21:30 - Relembrar é viver.
21:00 - O Galera está de volta junto com o Loyola.
22:00 - Inútil continuar num ciclo quando ele se fecha.
00:00 - Boa Noite.


alexandre landim

 Escrito por equipe marmitex às 00h38
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Tiro ao Alváro

*Pra Nadja (A japonesa)

 

De tanto levar frechada do teu olhar
Meu peito até parece, sabe o que?
Táubua de tiro ao álvaro, não tem mais onde furar

Teu olhar mata mais do que bala de carabina
Que veneno estriquinina
Que peixeira de baiano
Teu olhar mata mais
Que atropelamento de automóver
Mata mais que bala de revórver


alexandre landim

 Escrito por equipe marmitex às 21h15
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